Categoria: Artigos
Data: 19/01/2020

Da televisão à internet. Dos computadores aos smartphones. Dos videogames aos iphones. Conforme a tecnologia vai avançando, o mundo apresenta desafios crescentes aos pais (sobretudo cristãos). Isso porque torna-se complicado conter o ímpeto dos filhos na descoberta desses “novos mundos”. Desde a busca pelos mais populares vídeos do YouTube às esperadas curtidas em redes sociais, crianças de todo o planeta têm substituído, com frequência, o prazer de companhias reais por vidas virtuais (ou deveríamos dizer “superficiais”?).

Não, o mundo digital não deve ser demonizado! Afinal, ele tem nos permitido encontrar amigos/familiares há muito distantes, adquirir conhecimentos, encurtar distâncias e até mesmo utilizar ferramentas de crescimento para a nossa fé, tais como textos, vídeos e livros de conteúdo verdadeiramente cristão (disponíveis em larga escala na rede). Entretanto, diante de infinitas possibilidades boas e ruins, saberão os pais conduzir os filhos de maneira equilibrada nesse meio?

Pensemos: quando crianças trocam brincadeiras e relacionamentos saudáveis por doses exageradas de tecnologia, não seria esse um retrocesso em seu desenvolvimento? Não confundem, assim, real e virtual, tornando tudo uma coisa só? Porém é bom lembrar do exemplo: os pais devem evitar fazer algo em contrário ao que ensinam, e isso vale, inclusive, para o uso excessivo do celular e de outros aparelhos eletrônicos. Limitar significa impor limites. E é a única forma de impedir que o “consumo inocente” de hoje se transforme no grande problema de amanhã.

Vivo pede para as crianças largarem os celulares

A discussão em torno do assunto é tão séria que a VIVO, (talvez hoje) a principal operadora de celulares do país lançou um comercial no final do ano passado (2019) que mostra a importância da criança deixar o smartphone de lado e brincar com os amigos.

No vídeo, a personagem Violeta canta que “jogar é divertido, mas brincar com os amigos está ficando pra trás”.





Autor: Diogo Ghosn Inácio   |   Visualizações: 253 pessoas
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